Sobre Wigvanquistão



(pode entrar, só não repare a bagunça, viu?)



Wigvanquistão: conceito criado pela pesquisadora Nathália Queiroz (2007, Testimonial, in: Orkut) para nomear um território existencial nunca antes visitado por ela. Em pouco tempo, a existência desse mundo recém-descoberto começou a suscitar interesse de diversos pesquisadores, arqueólogos e antropólogos. "Wigvanquistão deve ser um lugar muito interessante", como ressalta Vieira (2010, Parole, in: Messenger). No entanto, Vieira também observa que "claro que lá deve haver algum cânion profundo e perigoso sob o qual corre um rio turbulento de águas salgadas, mas também devem haver uns lugares mais amenos" (idem). Ao que Santos, depois de visitá-lo (2011, Parole, in: Facebook) complementa: "Mas é um lugar que, uma vez que se visita, não se pode mais deixar. Cânions sim, há aos montes. Daqueles que inspiram o suicídio das almas mais singelas. As almas mais turbulentas, no entanto, se lançam no primeiro olhar e se transformam nas águas salgadas às quais Vieira (2010) se referiu". "Pobres das almas pequenas que visitam Wigvanquistão! Um lugar fantástico, de fato. Deve ser um espetáculo ver as almas pequenas se atirando contra a correnteza" (Vieira, 2011).


Política de comentários:


Este espaço não há, como devem perceber, espaço para comentários. Em primeiro lugar, porque não se trata de um blog. Não gosto do nome “blog” e, por isso, me refiro a isto aqui como João José, e João José nasceu em Wigvanquistão, e João José é um tanto rude com pessoas que acabam de chegar e já vão querendo atrair para si todas as atenções. Ele não é grande coisa, mas se comporta como tal. Ele é um menino mimado, apesar da barba na cara. Mas há uma maneira de você se comunicar com João José: ele não é tão incomunicável quanto estou fazendo parecer. Você pode enviar uma carta para mim e eu, que sou muito hábil no trato com pessoas intratáveis, transmito a ele, delicadamente, as suas impressões. (e-mail: wigvan@gmail.com) João José não gosta de: comentários monossilábicos, desses que a gente faz apenas quando é obrigado a abandonar o silêncio. João José gosta de: saber as impressões a respeito de personagens, seleção de palavras, ritmo da narrativa, construção da narrativa.

(E João José fica extremamente feliz quando os visitantes o recomendam alguma música. Para ele, músicas e cartas são os melhores presentes do mundo. )
Wigvanquistão, como sabem, agora também está no Facebook. =)



Epígrafe: trecho de "Leaves of grass", Walt Whitman. Veja aqui!












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